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Se não há Igreja sem Pentecostes, também não há Pentecostes sem a Mãe de Jesus, porque Ela viveu de modo único aquilo que a Igreja experimenta todos os dias sob

A Mãe de Jesus foi posta pelo Senhor em momentos decisivos da história da salvação, e soube responder sempre com plena disponibilidade, fruto de um vínculo profundo com Deus amadurecido

Maria é Rainha porque associou-se de forma única a seu Filho, tanto em sua vida terrena, como na glória do Céu. Ela participa da responsabilidade e do amor de Deus

O Magnificat, canto ao Deus vivo, que age na história, é um hino de fé e de amor, que brota do coração da Virgem. Ela viveu com fidelidade a Palavra

Toda a vida de Maria está na luz do Senhor, no raio da ação do nome e do rosto de Deus encarnado em Jesus, o fruto bendito do seu ventre.

Maria é mãe e modelo da Igreja, que acolhe na fé a divina Palavra e se oferece a Deus como “terra boa” na qual Ele pode continuar a cumprir o

Desde o início, a Igreja reconheceu a Maria a maternidade virginal. Como fazem intuir os Evangelhos da infância, as próprias primeiras comunidades cristãs recolheram as recordações de Maria sobre as

O título de Mãe de Deus, já testemunhado por Mateus na fórmula equivalente de Mãe do Emanuel, Deus conosco (Mt 1, 23), foi atribuído explicitamente a Maria, só depois de

Aos olhos dos discípulos, reunidos depois da Ascensão, o título de “Mãe de Jesus” assume todo o seu significado. Maria é para eles uma pessoa única no seu gênero: recebeu

“Bendita és tu entre as mulheres” (Lc 1,42) “O Espírito Santo virá sobre ti e a força do Altíssimo estenderá sobre ti a Sua sombra” (Lc 1,35) Em Ti queremos,