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26/11/2019

Advento: o início do Ano Novo Litúrgico

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Paz e Bem!

A Solenidade de Cristo Rei do Universo encerra o Ano Litúrgico e sinaliza a proximidade do Advento, um tempo de preparação para a chegada do Menino Jesus. No Natal festejamos a encarnação do Verbo que se fez um conosco e habitou entre nós. Dignou-se a assumir a nossa humanidade, sem deixar de ser Deus. O Natal de Jesus, precisa ser preparado e celebrado a cada ano. São quatro semanas de preparação e no decorrer delas, somos convidados a esperar Jesus que veio, vem e virá, também, no final dos tempos.

Sabiamente, a Igreja anualmente se prepara para o Natal, neste tempo novo chamado de Advento, renovando a predisposição de entender os mistérios de Deus na encarnação de Jesus Cristo, sua morte e ressurreição.

O Tempo do Advento é o ponto de partida do Ano Litúrgico: a espera do Messias. Os fiéis se preparam pela conversão para a celebração dessa vinda: “Revestido de nossa fragilidade, Ele veio a primeira vez… revestido de sua glória, ele virá uma segunda vez” (Prefácio do Advento I).

No Advento, primeira fase do período natalino, destacam-se as “utopias messiânicas” de Is (caps. 2, 11 e 35), relacionadas com a esperança da justiça que vem de Deus, não do jogo oportunista do poder. Os evangelhos, tomados de Mt, têm como teor fundamental essa justiça que vem de Deus e que se realiza no projeto divino de salvação, inaugurado nos tempos antigos e atestado pelas Escrituras, bem como na atuação ética do homem, guiada pela vontade de Deus. Assim, as primeiras leituras (tomadas de Is) aparecem como projeção escatológica daquilo que deve acontecer no homem mediante a conversão (cf. sobretudo o 2° dom.). Da interação de “utopia” e conversão brotam a alegria e a esperança por causa da vinda do Cristo (3° dom.). No 4° domingo, ponto culminante, tanto a leitura de Is quanto o correspondente evangelho de Mt apontam para uma salvação personalizada: a salvação que vem de Deus não é uma utopia “em geral”, mas a própria presença de Deus, manifestada em seu Filho e envolvendo os que pela conversão a ele aderem. Esta primeira fase do ciclo natalino se estica assim entre Is e Mt: leva-nos a celebrar, com Mt, o cumprimento da esperança messiânica expressa em Is. Culmina na figura do Emanuel, Deus-conosco, que nos traz a justiça de Deus e exige nossa participação na mesma (Is 7,10ss; Mt 1,18ss).

Se no próximo domingo, o Primeiro do Advento, alguém nos desejar “Feliz Ano Novo”, estará nos desejando um “Feliz Ano Novo Litúrgico”, “Feliz Ano Novo do Tempo da Igreja”, “Feliz Ano Novo de preparação e esperança”.

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