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22/04/2026

Fraternidade do Convento acolhe vocacionados para a convivência do Aspirantado

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Paz e Bem.

A Fraternidade Franciscana do Convento da Penha acolhe com alegria dois vocacionados para o tempo de convivência do Aspirantado. Filipe Martins da Silva e Allan Kauan Evaristo foram apresentados na Missa das 15h30 de hoje e vão residir em Vila Velha até o mês de novembro.

Filipe é natural de Piracicaba, São Paulo e nasceu em 23 de junho de 2005. Conheceu os franciscanos através da Universidade São Francisco, onde trabalhava. Ao se questionar, perguntou ao Senhor: “O que o Senhor quer que eu faça? O que queres de mim?”. Teve um contato com a fraternidade do Santuário São Francisco, no Centro histórico de São Paulo e lá foi orientado a entrar em contato com o Serviço de Animação Vocacional da Província.

Allan é natural de Blumenau, Santa Catarina, nasceu em 26 de abril de 2005. Era militar do exército e estudava há dois anos para ser sargento, mas ao fazer uma experiência de catequese na instituição militar começou o processo de conversão e depois de questionar sua vida. “Não estava vendo sentido na vida, então decidi conhecer uma paróquia franciscana da Província, incentivado por um amigo”. Lá, não teve jeito! Ele decidiu que ardia no coração o desejo de conhecer mais São Francisco e de ser um irmão, um frade menor.

Os jovens estão na etapa inicial da formação e a experiência na Penha será ocasião de rogar a proteção da Virgem da Penha, mas também no trabalho de acolhida aos visitantes e peregrinos, no serviço fraterno e na evangelização.


1 ano de falecimento do Papa Francisco

A Missa da tarde no Convento foi presidida pelo Guardião, Frei Gabriel Dellandrea, marcada por um momento especial de oração e memória: o primeiro ano de falecimento do Papa Francisco.  Durante a homilia, Frei Gabriel refletiu sobre o Evangelho do dia, destacando que Jesus se apresenta não como um alimento material, mas como aquele que sacia as necessidades mais profundas do ser humano. A celebração também foi marcada por um tom de gratidão e saudade pela vida e missão do pontífice.

Inspirado pelo Evangelho, o Frei destacou que a fala de Jesus: “quem se aproxima de mim nunca mais terá fome nem sede” – não se refere às necessidades físicas, mas às inquietações do coração humano.

Segundo ele, muitas vezes as pessoas têm suas necessidades materiais atendidas, mas continuam experimentando um vazio interior. “Temos o que comer, mas nada nos sacia. Temos o que beber, mas nada mata a nossa sede”, afirmou.

Frei Gabriel ressaltou que Cristo é “um projeto de vida”, aquele que ilumina as angústias humanas e dá sentido à existência. “Ele é a resposta das nossas inquietações. Pela fé, mesmo nos momentos mais difíceis, nos sentimos saciados e amados”, disse.

A homilia também recordou o testemunho de Santo Estêvão, que mesmo diante do sofrimento encontrou em Deus a força e a esperança. Para o celebrante, a fé não elimina os problemas, mas transforma o modo como cada pessoa enfrenta as dificuldades.

“Às vezes, onde muitos veem angústia e desespero, nós somos chamados a enxergar presença e esperança. Isso é fé”, destacou.

Ao final da celebração, a comunidade foi convidada a recordar com carinho o Papa Francisco, falecido há um ano. Frei Gabriel ressaltou o legado de um pontífice marcado pela simplicidade, proximidade e espírito missionário. “Um Papa que nos ensinou a ser uma Igreja próxima, amável e em saída”, afirmou.

O Frei também destacou que o testemunho do Papa continua vivo na missão de cada fiel. “A Igreja não é só o Papa, nem só os padres, somos todos nós. Somos chamados a ser essa Igreja em movimento, como ele nos ensinou”, disse.

A celebração foi concluída com uma oração em ação de graças pela vida e missão de Francisco, confiando à intercessão de Maria o caminho da Igreja.

Toda Terça Tem Terço

A noite os jovens voltaram à Capela do Convento, desta vez para o encontro semanal das terças-feiras. “Toda Terça Tem Terço”, a oração das Sete Alegrias de Maria apresentada pelo Frei Paulo César, contou com a presença de Filipe e Allan, que meditaram os momentos em que o coração de Maria transbordou de alegria.

Rezar o Terço é uma das mais singelas formas de chegar ao coração de Deus. Por meio da repetição das Ave Marias, os fiéis elevam a prece sincera que brota do coração. Não é apenas uma oração repetitiva, pelo contrário, ela faz seus devotos meditarem desde o Anúncio do anjo à Maria, até a morte e ressurreição de Jesus. A família reunida é um verdadeiro dom de Deus, uma graça. Rezar em família reforça a responsabilidade de ser no mundo, sal e luz.

O Rosário Franciscano é uma devoção franciscana iniciada em 1442, no tempo de São Bernardino de Sena, quando se difundiu a notícia de uma aparição de Maria a um noviço franciscano. Sugeriu-lhe recitar a cada dia sete dezenas de Ave Marias intercaladas com a meditação de sete mistérios gozosos que ela viveu em sua existência.

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