Rosário do reencontro: Frei Pedro de Oliveira reza as alegrias de Maria no Convento

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Paz e Bem!

Fiéis de Nossa Senhora da Penha acompanham a vida e missão do Convento da Penha, tiveram uma noite memorável para guardar nos corações como uma “noite do reencontro”. Depois de quase 6 meses que foi transferido para a Paróquia Santa Clara de Assis, em Colatina no Espírito Santo, o Frei Pedro de Oliveira Rodrigues retornou à Casa da Mãe das Alegrias para conduzir a meditação da Coroa Franciscana das Sete Alegrias de Maria. Nesta ocasião e na próxima terça-feira, Frei Pedro está à frente das orações diretamente da Montanha Sagrada.

Quem costuma comandar as noites de terça-feira com o tradicional bordão “Toda Terça Tem Terço” é o frei Paulo César Ferreira, com ajuda do voluntário Jaime Soares nos cânticos; mas como o frade está de férias na casa de sua mãe no interior de São Paulo, o confrade que é capixaba e morou no Convento, é que vai estar com as famílias no encontro virtual.

Nas preces, através do Santo Terço, somos levamos a meditar os mistérios da vida, paixão, morte e Ressurreição de Jesus. É também pelas contas do Rosário que meditamos as alegrias de Maria. Mas não se trata no rosário convencional, não exatamente, mas sim a meditação da Coroa das Sete Alegrias de Nossa Senhora, ou “Rosário Franciscano” como é conhecido, nele refletimos os mistérios da Encarnação a partir da vida de Maria, a Mãe de Deus e de toda a Igreja. Os ensinamentos da Virgem Maria e seu modo de viver são sinais do amor do próprio Senhor.

O costume franciscano destaca sete momentos em que o coração de Nossa Senhora se enche da mais pura alegria, esses momentos são as Sete Alegrias de Maria. Na história, em 1442, no tempo de São Bernardino de Siena, se difundiu a notícia de uma aparição da Virgem a um noviço franciscano. Este, desde pequeno, tinha o costume de oferecer à bem-aventurada Virgem uma coroa de rosas. Quando ingressou entre os Irmãos Menores, sua maior dor foi a de não poder seguir oferecendo à Santíssima Virgem esta oferenda de flores. Sua angústia chegou a tal ponto que decidiu abandonar a Ordem Seráfica. A Virgem apareceu para consolá-lo e lhe indicou outra oferenda diária que lhe seria mais agradável. Sugeriu-lhe recitar a cada dia sete dezenas de Ave Marias intercaladas com a meditação de sete mistérios gozosos que ela viveu em sua existência. Desta maneira teve origem a Coroa Franciscana, Rosário das Sete Alegrias.

Depois de rezarem as Sete Alegrias de Maria, Frei Pedro agradeceu a presença dos seminaristas Marlon e Rian, e teve parabéns pelo dia dedicado a eles, já que a terça a Igreja celebrou a memória de São Luís Gonzaga, patrono da juventude.

Nos intervalos das dezenas, os fiéis foram levados a rezar pelas vítimas da violência, destacando o jornalista Dom Phillips e o indigenista Bruno Pereira, que foram assassinados na Amazônia. Também recordaram as vítimas das tragédias naturais e todos os religiosos e vocacionados.

 

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