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16/09/2025

“Maria traz, no seu coração, as dores de todos os sofredores”

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Paz e Bem.

A memória litúrgica de Nossa Senhora das Dores foi celebrada com devoção na Capela dedicada à Virgem Maria sob o título de Senhora da Penha. Um dos “altares” do Santuário é dedicado a Virgem das Dores. A Missa das 15 horas foi presidida pelo Frei Paulo César Ferreira “Podemos dizer sim, com todas as letras, os sofrimentos de Jesus são também os sofrimentos de sua Mãe, associada à sua paixão, Nossa Senhora, Mãe de Jesus, Nossa Mãe associada à paixão de Cristo, nosso Redentor. Maria traz, no seu coração, as chagas do amor de seu Filho”, iniciou o Vigário do Convento.

“Maria traz, no seu coração, as dores de todos os sofredores, os crucificados de todos os tempos. Marginalizados, desconsiderados, os viciados, os enfermos, os idosos, os desamparados. Mulher de fé, no Calvário, acompanhando o seu Filho imaginador dessa Mãe. Mulher de fé, corajosa, solidária, amorosa, consoladora dos aflitos, dos atribulados. E tal devoção às dores de Maria foi difundida, particularmente, pelos religiosos, servitas e também os passionistas”, destacou Frei Paulo.

“A participação, então, dolorosa da Mãe do Salvador em sua obra de salvação é atestada, na hora da cruz, por João, o discípulo do amor de Jesus, que a recebeu, então, por Mãe. João é o discípulo do amor de Jesus. São João compreendeu muito bem o amor de Jesus, não só por ele e na pessoa dele, o amor de Jesus por todos nós, pela humanidade toda. Maria participa do sacrifício de Cristo, que ela própria oferece com Ele ao Pai. Maria, compassiva, como Jesus. Maria, a Mãe compadecida para suportar tamanha dor. A mulher, compassiva, a Mãe compadecida para suportar tamanha dor. Jesus crucificado, ao ver sua Mãe, e ao lado dela o discípulo João, disse à Mãe, Mulher, eis aí teu Filho. Daí, então, meus irmãos e irmãs aqui presentes, também os de casa, a importância de Maria para nós, para a igreja, para os cristãos. Nosso Senhor nos entregou como nossa Mãe e nós a ela como seus filhos, para cuidar de nós”, explicou.

“Então, como não amar essa Mãe querida? Essa Mãe de Jesus que se tornou também nossa Mãe. Ela também sofreu com o crucificado, repito, por nós, por pura obra de caridade. Todos os que dão, então, adesão a Jesus estão sob os cuidados de Maria, Mãe de Jesus e nossa Mãe. Com ela, confiantes, damos continuidade à missão, fiéis à promessa, como também herdeiros da sua realização”, finalizou Frei Paulo.


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