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31/03/2025

Frei Paulo: “Deus nos quer Igreja da reconciliação, oferecendo-nos seu perdão incondicional”

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Paz e Bem.

O último domingo do mês de março, 4º do tempo da Quaresma, contou com a presença de centenas de pessoas na tradicional Missa das 9 horas no Campinho. Agentes da Pastoral Familiar da área de Vila Velha e da área Serra / Fundão, subiram ao Convento, desde o portão às 8 horas e se encontraram com os demais fiéis. A liturgia da Missa ficou sob responsabilidade da Ordem Franciscana Secular, Fraternidade Nossa Senhora da Penha.

Frei Paulo César Ferreira presidiu a Eucaristia do ‘domingo Laetare’ e os freis Pedro Engel e Jorge Lázaro concelebraram. Maria Amélia Zucoloto e Ana Baldi, proclamaram as leituras; já as preces foram feitas por Darcineia Bernardes. Na homilia, Frei Paulo explicou sobre a parábola do pai misericordioso, mais conhecida como parábola do ‘filho pródigo’, contida no Evangelho de Lucas 15,1-3.11-32.

“Deus aceita as nossas decisões. Deus aceita, com tranquilidade, as nossas escolhas. Só uma coisa. Não podemos abandoná-Lo, tocar a vida sem Ele. Deus nos compreende, nos fez livres, a ‘liberdade dos filhos e filhas de Deus’, isso alegra muito o Senhor. Que a gente seja responsável! Cada um por si, responsável sobre si e suas atitudes, e responsável também pelos seus semelhantes, há uma corresponsabilidade, um dever. A Palavra de Deus nos ensina a sermos humanos, fraternos, cordiais, amigos, sinceros, unidos, amorosos. O ser humano é carente de afeto, de amor… Ah, se a gente tivesse mais afeto, mais amor, mais compreensão, mais diálogo em nossas famílias, em nossos ambientes… Seríamos muito, muito, muito mais felizes, menos doentes menos problemáticos”, explicou Frei Paulo.

Frei Paulo também frisou que não há felicidade sem Cristo. “Mesmo perdidos na vida, por capricho nosso, desobedientes, surdos, insensíveis e indiferentes, Deus não nos renega, oferecendo-nos o seu perdão gratuito, incondicional. Deus Pai quer que a gente seja feliz, mas sem Ele, não há felicidade que perdure. A parábola do pai bondoso, – se quiser, o pai amoroso, o pai misericordioso -, nos ensina a sermos também misericordiosos, compassivos de coração, a ponto de não excluirmos ninguém em nossas comunidades e de nossa amizade. Todos nós, de alguma forma, somos vítimas dos nossos erros e temos necessidade de uma nova chance, de uma nova oportunidade.Temos necessidade de amor, necessidade de compreensão, de compaixão. Deus Pai quer que nos sentemos à esta mesa, compartilhando, amistosamente, fraternalmente, o banquete da vida, o banquete da redenção. Nunca compartilharemos a sociedade dos nossos sonhos, sem nos acolhermos com o amor compassivo de nosso Senhor Jesus Cristo, que é o amor do Pai por nós. E como igreja, não basta estar na igreja a observar os preceitos o que está prescrito, tudo é preciso nos despertar então para o amor. É preciso amar as pessoas indistintamente, porque Deus Pai ama todos e não quer que nenhum se perca”, enfatizou.

Por fim, o Vigário do Convento, dosse qie é preciso confiar que Deus reconciliou o mundo consigo em Jesus Cristo. “É preciso aprender a perdoar, a ser compassivo de coração. Missão de Cristo, missão nossa, missão da Igreja. Deus quer reconciliar consigo as pessoas que desejam reconciliar-se com Ele. Deus nos quer Igreja da reconciliação, sacramento de salvação, uma Igreja peregrina de esperança. Para que as ovelhas desgarradas refaçam o caminho de volta ao Pai. Em nosso apostolado, estamos engajados, somos praticantes. No nosso apostolado jamais nos esqueçamos que Deus reconcilia o mundo consigo em Cristo. Em Cristo, somos nova criatura, embaixadores da obra de Deus, capazes de amar desinteressadamente. O pecado surge da nossa recusa, da nossa falta de amor, do afastamento de Deus que é a fonte, o manancial de amor. Para Jesus, somos todos esperados pelo Pai”, destacou.


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