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31/01/2019

Frei Alessandro Dias: “Que tipo de terreno é o meu coração?”

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Paz e Bem!

A Santa Missa da Saúde, celebrada no Campinho do Convento, na tarde da última quarta-feira (30/01), contou com a presença de centenas de pessoas, que se abrigaram nas sombras, fugindo do sol e do calor forte. Um motivo de graça e de acolhida ao mais novo integrante da fraternidade franciscana do Convento, o Frei Alessandro Dias do Nascimento, OFM. Ele presidiu a celebração da saúde pela primeira vez, desde sua transferência.

Entusiasmado, contente e muito satisfeito com a recepção, o Frei falou, no início sobre a satisfação de celebrar juntamente com os idosos, doentes e pessoas com problemas de saúde. Encorajou a todos, acolhendo também os aniversariantes que estavam presentes.

Já na reflexão, ao partilhar a Palavra, citou a Primeira Leitura (Hebreus 10,11-18), o Salmo Responsorial (109/110) e o Evangelho (Marcos 4,1-20), e começou dizendo: “O sacerdote todos os dias oferece sacrifício, ele faz culto, celebração, mas não ele é imperfeito, porque o verdadeiro sacrifício, a verdadeira oferenda, a oferta mais importante é a de Jesus. A oferta da sua vida por nós, para nos trazer a salvação, a reconciliação com o Pai, isso é o mais importante. Porque Jesus de uma forma perfeita ofereceu a si mesmo, deu a sua vida. Neste sentido, nós recebemos de Jesus o testemunho de amor por nós, pela humanidade, estabelecendo uma nova aliança…”, disse ele.

Quando foi explicar o Evangelho, Frei Alessandro utilizou exemplos para falar da parábola do semeador. “No Evangelho, Jesus, com muita gente reunida ao redor dele, conta a parábola do semeador, dizendo a que a Palavra caiu em vários terrenos. Caiu a beira do caminho, em terreno pedregoso, em terreno espinhoso e em terra boa. Cada um produz fruto diferente, tem uma reação diferente. Cabe a nós refletir também, que tipo de terreno é o meu coração. Eu acolho a Palavra de Deus ou não?! Talvez também poderíamos entender assim: ‘quantas vezes as pessoas, vão à missa com frequência, participam, escutam a homilia… Aí quando vai pra casa, passou algumas horas, esqueceu tudo, não lembra nada do que foi dito da Palavra de Deus, esquece… É semelhante aquele que a Palavra caiu, a semente, caiu à beira do caminho. Às vezes a gente vem pra missa também, para participar, escuta a Palavra, mas estamos presente só de corpo, mas o pensamento está longe, nos afazeres de casa, nas preocupações dos problemas que temos que resolver, é semelhante aqueles que caíram em terreno pedregoso. Ficam alegres no início, mas não acolhem com profundidade a Palavra de Deus… Por outro lado, aquele que acolhe a Palavra de Deus com fé, abre seu coração para o que Jesus diz, esse vai produzindo fruto. Nossa vida se torna muito melhor…”, afirmou o Frei.

Assista a reflexão completa abaixo

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