Convento da Penha foi um marco da engenharia no período colonial brasileiro

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O Convento da Penha, em Vila Velha, é o principal monumento turístico, religioso e histórico do Espírito Santo. Construído em um penhasco a 154 metros de altitude, com vistas para o mar, para as cidades de Vitória e Vila Velha e para uma faixa generosa da Mata Atlântica, o Santuário de Nossa Senhora das Alegrias atrai devotos e turistas o ano inteiro, especialmente, durante a Festa da Penha, a Padroeira do Estado.

Trata-se de um conjunto arquitetônico com edificações de épocas diferentes e construídas aos poucos. Entre 1558 e 1570, foram construídas duas ermidas. A primeira, dedicada a São Francisco de Assis, foi erguida em uma área plana do espaço, chamada de Campinho. A Capelinha existe até hoje, tendo sido reconstruída entre 1952 e 1958. A outra ermida, localizada em cima de uma pedra no alto do morro e mais conhecida como Capela de Nossa Senhora, abriga a Imagem de Nossa Senhora da Penha, trazida de Portugal para o Brasil em 1569, a pedido do frade espanhol Pedro Palácios, que viveu em terras capixabas de 1558 até falecer em 1570. Após sua morte, os próprios moradores assumiram a reforma e ampliação da segunda Capela.

A construção do Convento, de 1650 a 1659, também havia sido um pedido do frade Pedro Palácios. Com nove celas para os religiosos da comunidade e duas para hóspedes, o prédio passa por reformas e ampliações de tempos em tempos. Uma das modificações mais relevantes foi a restauração do Altar Mor do Convento da Penha entre 2009 e 2011.

Tombado como patrimônio histórico cultural pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN) em 1943, o Convento da Penha foi um marco da engenharia e da arquitetura do período colonial brasileiro.

Zelar pelo patrimônio histórico da Penha é uma responsabilidade dos órgãos públicos, mas também de todas as pessoas que dele se utiliza. Neste sentido, o Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Espírito Santo (Crea-ES) tem atuado de maneira incansável para levar informações educativas a outros órgãos públicos, empresas e população, sobretudo sobre medidas de manutenção preventiva em obras e serviços de engenharia, agronomia e das geociências. A preocupação central é com a proteção da sociedade e a segurança das pessoas.

Fonte: Com informações do Portal G1/ES, IPHAN e CREA-ES

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