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19/05/2017

As razões de nossa esperança

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No trecho de sua Carta que está na 2ª Leitura deste 6º Domingo da Páscoa, São Pedro pede que sempre estejamos prontos para dar as razões de nossa esperança a todo aquele que nos pedir (Cf. Pd 3,15). Não se trata de um texto decorado, de uma resposta pronta que se aprende em livros ou apostilas. As razões da esperança brotam do próprio Cristo e é o Espírito que as suscita em nossos corações. Não devemos apresentá-las com empáfia ou arrogância, mas, conforme orienta o Apóstolo, este deve sempre ser um exercício de mansidão e respeito (Cf. Pd 3,16).

É um Ministério Perene assumido por Cristo e que, segundo os planos divinos, deve ser perpetuado na vida e na missão da Igreja, que somos todos nós. O mundo todo sai ganhando quando um cristão assume com empenho a missão de viver e testemunhar as razões de sua esperança com mansidão e respeito. É nesta conduta que está a força da Igreja que, conforme o Papa Francisco, “não cresce por proselitismo, mas por atração”. Sendo assim, nossa primeira missão de batizados e batizadas não é a de engrossar as fileiras de um grupo religioso denominado católico romano, mas a de vivermos o amor-serviço em sua dimensão mais comprometida e transformadora.

Aí está o testemunho mais eficaz e encantador que podemos encarnar a fim de sermos, por causa de Cristo, capazes de oferecer um sentido sólido e profundo à vida daqueles que nos procuram. Aproximando-nos das Solenidades da Ascenção e de Pentecostes, peçamos ao Pai e ao Filho, a Força do Defensor, o Espírito de Consolação que nos permite sermos consoladores daqueles que encontramos no percurso de nossa estrada existencial.

Frei Gustavo Medella – Província Franciscana
www.franciscanos.org.br

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