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10/02/2026

Nova fraternidade: talentos e qualidades a serviço do Convento

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Paz e Bem.

Na tarde desta segunda-feira (9), com alegria a nova fraternidade do Convento da Penha participou da Missa das 15h30, na Capela. Os freis se reuniram para uma reunião de alinhamentos e de animação chamada de ‘Capítulo da Fraternidade’, ou seja, “lugar onde se tomam as decisões, o lugar onde se anima a vida fraterna. A palavra Capítulo lembra a palavra ‘capuz’, cabeça, ou seja, aquilo que rege, aquilo que está acima e que decide”.

A Missa foi presidida pelo Guardião e Reitor, Frei Gabriel Dellandrea. Ele fez uma analogia da vida em fraternidade como alguém que “sente o cheiro” de algo bom. “O Evangelho nos convida a termos essa atenção de percebermos os sinais já do Reino dos céus aqui nessa terra, assim como quando passamos na cozinha e sentimos cheiro daquilo que gostamos de comer, nós também podemos sentir o cheiro do céu já ao nosso redor, na vida de cada irmão e de cada irmã, e a glória do Senhor continua sempre se manifestando. Queremos vislumbrar o dom dos sinais do reino de Deus no dia a dia da nossa fraternidade, no cotidiano”.

Sobre o Evangelho (Marcos 6,53-56), Frei Gabriel disse que Jesus dá a cada uma a possibilidade de “experimentar” o céu. “Jesus, quando começa a curar, Ele não quer ser um curandeiro, resolvendo o problema de saúde de todo mundo, mas Ele quer indicar que em cada cura que ele realiza, é para que nós já sintamos o cheiro de céu, de como será lá na eternidade onde não haverá doença, onde Deus é capaz de fazer o grande milagre, o dom da vida eterna, onde não há dor nem sofrimento”.

“Talvez somos nós que estamos com o coração um pouco endurecido e na primeira leitura que ouvimos do Livro dos Reis (8,1-7.9-13), o relato belo da entrada da arca no templo, carregada pelos sacerdotes, eles nem conseguiram ficar no lugar sagrado, porque a glória do Senhor envolveu aquele espaço e eles estavam tomados dessa alegria de sentirem a presença do Senhor. Mas antes desta experiência, eles fizeram oblações de animais e sacrifícios para que eles pudessem estar purificados para rezar. Hoje não precisamos mais sacrificar animais para a nossa oferenda a Deus, sacrificamos o nosso próprio coração, sacrificamos os nossos dons, sacrificamos a nossa vida não com pena de nós mesmos, mas com alegria de entregarmos aquilo que temos e somos para aquele que colocou tudo em marcha e o único que vale a pena entregar tudo realmente, o nosso Senhor”, explicou o Reitor do Santuário.

Frei Gabriel citou algumas virtudes dos confrades, especialmente relacionando que, mesmo com as “imperfeições de cada um”, mas todos os freis com seus talentos e qualidades formavam o frei perfeito. “Portanto, se nós quisermos saber qual é o frei perfeito da fraternidade do Convento da Penha, com certeza nós poderemos entender que esse frei perfeito daqui tem a disponibilidade do Frei David, tem o vigor jovem do Frei Pedro Engel que sempre quer viver com intensidade, com serviço. Tem a alegria, o entusiasmo e o desejo vigoroso de servir do Frei Evaldo, tem a boa pregação e a eloquência do Frei Robson, tem a simplicidade e a calma do Frei Claudino e a capacidade bela de cantar do Frei Paulo César. Com certeza o ‘frei perfeito’ do Convento da Penha reúne todas essas qualidades. Como missão, nós também somos convidados a encontrar os sinais do Reino dos Céus na fraternidade da nossa vida, da nossa família, do nosso dia a dia”, disse.

Na oração Eucarística Frei Gabriel rezou pelos frades que trabalharam no Convento e já faleceram, especialmente o frade espanhol que fundou o Convento, Frei Pedro Palácios, falecido em 1570 depois de celebrar a primeira Festa da Penha da história. Tantos frades que dedicaram sua vida em prol da evangelização, da construção física de cada espaço do Convento e principalmente da devoção à Virgem da Penha.

Frei Claudino fez questão de realizar uma experiência diferente. Ele participou da Eucaristia na nave da Igreja, ou seja, no meio das pessoas, rezando, contemplando e meditando como “mais um peregrino, fiel devoto da Virgem da Penha”, como “todos os frades são”, pois a única diferença é que eles têm a oportunidade de residir, de morar no alto do penhasco. Os demais frades também rezaram no meio dos fiéis, como Frei Evaldo e Frei Robson. Frei Paulo participou nos cânticos. Os freis Pedro e David serviram no presbitério.


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