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21/03/2025

Pastoral da Ecologia Integral participa de terço com freis do Convento

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Paz e Bem.

Na noite da última terça-feira (18), o encontro do terço das famílias com os freis do Convento contou com a participação da Pastoral da Ecologia Integral da Paróquia do Rosário e do grupo Fraternidade e Vida da Paróquia Perpétuo Socorro, de Vila Velha. Neste ano, por conta dos 10 anos da Encíclica Laudato Si’ e dos 800 anos do Cântico das Criaturas, a Campanha da Fraternidade traz a temática da ecologia. Por isso, as agentes da proteção da ecologia, participaram da oração, para apresentar aos fiéis as preces e motivações que promovem o cuidado com a criação.

“Estamos em plena Campanha da Fraternidade, por isso, hoje temos o Terço da Ecologia Integral em comunhão com a Campanha nesta quaresma, que nos ajuda a refletir coisas bem concretas. O cuidado com a nossa Casa Comum, compromisso nosso, responsabilidade nossa, então faz parte da nossa oração porque ela nos leva a um engajamento, a um comprometimento com a vida em todos os seguimentos. Queremos tomar consciência de que somos corresponsáveis por uma ecologia mais cuidada, mais pujante, mais vida, que é vida e saúde para todos nós”, inaugurou a oração Frei Paulo César.

Em cada mistério doloroso, foi apresentada uma exortação, um alerta que clama por uma ação urgente. No primeiro mistério, os fiéis meditaram a cultura do descarte. “O Papa Francisco nos recorda que será com os descartados que no fim dos tempos, o Senhor plasmará a sua última obra de arte, pois o que é que resta? A Campanha está em sintonia com a celebração dos 800 anos do Cântico das Criaturas, que louva o Criador por todas as suas criaturas, colocando o ser humano não acima, mas em harmonia com todas elas”, disse Ana Baldi.

No segundo mistério, Maria Auxiliadora recordou o sofrimento dos migrantes. “A Campanha da Fraternidade nos ajuda a compreender que provocamos inúmeras rupturas na obra do Criador. Muitos seres vivos experimentam a vulnerabilidade e a extinção e por nossa causa, já não poderão dar glória a Deus em suas existências deixando de comunicar a beleza e a bondade do Criador”.

“O Rei dos Judeus é vítima da incompreensão humana e da falta de amor. O Papa Francisco nos ensina que a humildade só pode enraizar no coração através das humilhações, sem elas, não há humildade em santidade. Se não fores capaz de suportar e oferecer a Deus as humilhações, não és humilde e nem estás no caminho da santidade. A CF nos convida a lutar contra o pecado ecológico, ações ou omissões contra Deus, contra o próximo e contra o meio ambiente. É um tipo de cegueira e perda de sensibilidade com o mundo ao nosso redor, em que se tratam pessoas e os seres vivos como objetos. Esvazia-se a dimensão transcendente da criação”, em seguida, foram citadas pessoas que ofereceram sua vida na defesa da criação, como Chico Mendes, Irmã Dorothy, Paulo César Vinha, entre outros.

O quarto mistério, os fiéis meditaram a solidariedade como o exercício de caridade. “Diante do mundo fechado em si mesmo, o Papa Francisco nos convida a agir com solidariedade. Pequenos, mas fortes no amor de Deus, como São Francisco, todos nós cristãos, somos chamados a cuidar da fragilidade do povo e do mundo em que vivemos. Solidariedade é assumir nossa cruz e colocar o amor em prática. A Campanha da Fraternidade nos convida a por em prática o amor, cheio de pequenos gestos e cuidado mútuo. Amor social, junto a esses pequenos gestos, nos impelem a pensar em estratégias que detém a degradação ambiental e incentive a cultura do cuidado. Isso faz parte da espiritualidade, é exercício de caridade”, disse Isabel Carpi.

“Diante do sofrimento de Jesus na cruz, não é possível sermos indiferentes. O Papa Francisco nos convida a superarmos a globalização da indiferença. A Campanha da Fraternidade nos interpela a superar a indiferença frente ao sofrimento da Terra e ao abandonar a idolatria dos desejos desordenados, do consumismo e materialismo”, exortou por fim no quinto mistério.

O Frei Paulo César falou sobre a Campanha e o destaque de São Francisco no cartaz. “O Pobrezinho de Assis, que compreendeu à luz da sua fé em Jesus Cristo, que todas as criaturas são irmãs e em Cristo se reconciliam. São Francisco em Cristo Jesus é o homem resgatado, o homem de volta ao paraíso, por isso ele é representado com todas as criaturas ao seu redor, o patrono da Ecologia, mas não podemos perder de vista que Francisco é uma inspiração a nos indicar um compromisso maior com a natureza. Somos corresponsáveis no cuidado com nossa Casa Comum, até porque está tudo interligado, por isso Francisco nos inspira essa capacidade do ser humano a cuidar da criação”, destacou.

“A Pastoral tem algumas frentes, uma delas é a redução do plástico que se deposita na natureza, recolhendo este material e fazendo alguma troca para atender um irmão… Campanha de conscientização para cuidar, para ser guardião da criação. Nossa preocupação é que possam existir pequenas ações que possam ser feitas por cada um”, detalhou Isabel.


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