NINGUÉM PODE CALAR A VOZ

1. Ninguém pode calar a voz, ninguém pode forjar a razão. Ninguém pode conter de novo o grito do povo faminto de pão.

Se entre nós já existe a partilha, entremos na fila do amor comunhão (bis)

2. Ó Senhor, tantos braços fechados poderiam se abrir, dar as mãos. Quantos lábios tão mudos, cerrados, não querem falar, defender o irmão.

3. Ó Senhor, tantos trabalhadores e outros tantos sem ocupação esperando trabalho e salário, o pobre operário a viver de ilusão.

4. Ó meu Deus, há mulheres sofrendo, há crianças na rua sem pão, e a Igreja se faz solidária, na prece diária, convida à ação.

5. Pais e filhos, famílias unidas, sem conflito, sem dor e exclusão. Se a Palavra do Pai acolhemos, no lar viveremos a paz e o perdão.

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