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Feliz Dia dos Pais! Veja a homenagem especial do Convento aos papais

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Paz e Bem!

Hoje é um domingo especial. Dia de celebrarmos a vida, dia de festejarmos pelo dom da presença e do carinho desses que são tão importantes e essenciais em nossa existência: os PAIS. Celebrar é tornar presente uma verdade, uma mensagem, uma data, uma vida, até que um dia tudo nos preencha do mais belo sentido. E não se trata de uma simples celebração. É a celebração da família. Sim, ao celebrarmos o dia dedicado aos papais, também acolhemos a grande vontade do Pai de fazer de nós a grande “Família de Deus”.

Recordamos, também hoje, a vida dos papais já falecidos. Com o coração repleto de gratidão, louvamos o Senhor pela dádiva da paternidade daqueles que partiram desta vida mas continuam a nos inspirar ações que nos comprometam com a família, com a paz e o bem.

O herói da vida de muitos é protagonista de nenhuma história em quadradinhos, filme de ação ou lenda antiga. Pelo contrário, ele é bem real e em Deus, rendemos graças pela pessoa que um pai é. Hoje, neste dia tão especial em que celebramos a grandeza de todos os pais, queremos homenagear todos os pais, que durante toda uma vida provaram ser os melhores.

Diariamente dando o melhor exemplo, ensinando caráter, dignidade, ternura, afeto, carinho… Os pais são inspiração e transpiração. Trabalham para o melhor.

Desejamos um Feliz Dia dos Pais!


Para celebrar melhor este momento, preparamos uma galeria especial com todas as fotos que participaram da campanha das redes sociais do Convento, usando a #MeuPainoConvento ou foram enviadas pelo nosso site.


Carinhosas, vivas, oportunas estas palavras do Papa Francisco na Exortação “Alegria do amor” a respeito da figura paterna.  Por ocasião da passagem do dia dos pais, agora  no segundo domingo de agosto,  vale a pena refletir sobre o assunto: a figura do pai em nossos  tempos.

iz-se  que a nossa sociedade é uma “sociedade sem pais”. Na cultura ocidental a figura do pai estaria simbolicamente ausente, distorcida, desvanecida. Até a virilidade parecia posta em questão. Verificou-se uma  compreensiva confusão  já que em primeiro  momento isto foi sentido como libertação:  libertação do pai patrão, o pai como representante da lei que  se impõe de fora, do pai como censor da felicidade dos filhos e impedimento  à emancipação e  à autonomia dos jovens. Por vezes, havia casas em que no passado reinava o autoritarismo, em certos casos até a prepotência. Mas, como acontece muitas vezes,  passa-se de um extremo ao outro. O problema de nossos dias  não parece ser tanto a presença invasora do pai, mas sua ausência,  o fato de não estar presente. Por vezes, o pai está tão absorvido em si mesmo e no próprio trabalho ou então nas próprias realizações individuais  que até se esquece da família. E deixa as crianças e os jovens sozinhos. A  presença paterna e, consequentemente sua autoridade  são afetadas também pelo tempo que se dedica aos meios de comunicação social e à tecnologia da distração. Além disso, hoje, a autoridade é olhada com  suspeita e os adultos são duramente postos em discussão.  Eles próprios abandonam as certezas e, por isso, não dão orientações seguras e bem fundamentadas a seus filhos.  Não é saudável que sejam invertidas as funções entre pais e filhos:  prejudica o processo adequado de amadurecimento pelo qual as crianças precisam passar e nega-lhes um amor capaz  de orientá-las e que as ajude a maturar (n. 176).

Deus coloca o pai na família  para que,  com as características  preciosas  da sua masculinidade, esteja próximo  da esposa para compartilhar  tudo, alegria e dores, dificuldades e esperanças.  E esteja próximo dos filhos no seu crescimento: quando brincam e quando se aplicam, quando estão descontraídos e quando estão  angustiados, quando  se exprimem  e quando permanecem calados,  quando ousam e quando têm medo,  quando dão um passo errado e quando voltam a encontrar  o caminho, pai presente sempre. Estar presente não significa ser controlador, porque os pais demasiado controladores  aniquilam os filhos. Alguns pais sentem-se inúteis e desnecessários, mas a verdade é que os filhos têm necessidade de um pai que os espera quando voltam de seus fracassos.  Farão tudo  para não o admitir, para  não o revelar, mas precisam dele. Não é bom que as crianças fiquem se pais e, assim,  deixem de ser crianças antes do tempo (n. 177).

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