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Dom Frei Dario Campos é o novo Arcebispo de Vitória

Paz  e Bem!

Dom Frei Dario Campos, OFM, é o novo Arcebispo da Arquidiocese de Vitória do Espírito Santo. Ele foi nomeado hoje, 7 de novembro de 2018, pelo Santo Padre, o Papa Francisco e vai suceder Dom Luiz Mancilha Vilela cuja renúncia foi aceita pelo Papa nesta mesma data. Dom Luiz foi nomeado pelo Papa, Administrador Apostólico da Arquidiocese de Vitória até a posse de Dom Dario.

Dom Dario Campos é franciscano da Ordem dos Frades Menores, capixaba, com 70 anos de idade. Nasceu aos 9 de junho de 1948, em Castelo, Espírito Santo. Sua ordenação episcopal foi em 26 de setembro de 2000, em Belo Horizonte (MG), após ser nomeado bispo coadjutor de Araçuaí (MG). Dom Dario tornou-se bispo titular em 2001, permanecendo até 2004 na diocese do Norte de Minas, quando foi nomeado bispo de Leopoldina (MG). Neste período, foi membro do Conselho Episcopal de Pastoral do regional Leste 2 da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e responsável pelo Setor Vocações e Ministérios (2002 a 2006) e pelos Presbitérios do regional, além do Setor de Animação Vocacional (2006 a 2010). Dom Dario tomou posse na diocese de Cachoeiro de Itapemirim no dia 10 de julho de 2011. Seu lema episcopal é “Nas tuas Mãos”.

A Arquidiocese de Vitória acolhe com alegria a nomeação do novo Arcebispo e reza para que sua missão seja fecunda e Dom Dario seja feliz ao realizá-la.

A posse será no dia 5 de janeiro às 10h na Catedral de Vitória e toda a Arquidiocese está convidada para acolhê-lo e celebrar com ele o início da nova caminhada.

Clique aqui e leia a carta do novo Arcebispo, dirigida ao povo capixaba, após a nomeação.

Atividades e funções desempenhadas por Dom Dario como Bispo

“Bispo Coadjutor de Araçuaí-MG (2000-2001); Bispo de Araçuaí-MG (2001-2004); Bispo de Leopoldina-MG (2004-2011); Membro do CEP Regional Leste 2; Membro do Conselho Permanente da CNBB; responsável pelo Setor Vocações e Ministérios (2002-2006); responsável pelos Presbíteros Leste 2 e SAV (2006-2010); Vice-presidente do Regional Leste 2 da CNBB; Bispo de Cachoeiro de Itapemirim.

Atividades  desenvolvidas antes do Episcopado

Vigário Paroquial; promotor vocacional; mestre de noviços; mestre dos estudantes de filosofia; guardião do convento de São Bernardino; guardião do convento São Francisco das Chagas; diretor do Colégio Santo Antônio em Belo Horizonte-MG; definidor provincial e vice-provincial; presidente da Conferência das Províncias Franciscanas do Brasil; visitador geral nas províncias franciscanas de Mato Grosso, Goiás, Santarém, Triângulo Mineiro; vice-presidente da CRB-MG; Provincial (1995-2000).

Novo Bispo Emérito
Dom Luiz Mancilha é natural de Pouso Alto (MG) e completou 75 anos em maio de 2017, idade estabelecida pelo Código de Direito Canônico para a apresentação da renúncia por idade ao papa. O agora arcebispo emérito de Vitória também passou pela diocese de Cachoeiro de Itapemirim, assim como seu sucessor. Por lá esteve de 1986 até 2002. Entre 2002 e 2004, foi arcebispo coadjutor de Vitória do Espírito Santo, assumindo o governo arquidiocesano na sequência. Dom Luiz Mancilha Vilela, cujo lema episcopal é “Ut Pastor Pascet” (Como um pastor) atuou na CNBB como responsável pela então Dimensão Missionária e fez parte do Conselho Episcopal Pastoral (Consep).

Saudação da CNBB a Dom Dario Campos

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) acolhe, com fraterna alegria, a nomeação de Dom Dario Campos, OFM, como arcebispo da arquidiocese de Vitória (ES).

O lema episcopal de dom Dario Campos, “Nas tuas mãos”, recorda da nossa filiação e entrega total aos planos de Deus.

Agradecemos a Deus a caminhada episcopal de dom Dario na diocese de Cachoeiro de Itapemerim (ES) e, em comunhão com as comunidades da diocese, desejamos um ministério episcopal fecundo na tonância da alegria do Evangelho, na unidade e partilha fraterna com o Povo que o espera na Arquidiocese de Vitória. Nossa Senhora da Vitória, padroeira da Arquidiocese o acompanhe no seu ministério episcopal: “Ave, ó mãe do Senhor e ave, vós todas santas virtudes infusas pela graça e iluminação do Espírito Santo nos corações dos fiéis, fazendo-os de infiéis, fiéis de Deus” (S. Francisco de Assis).

Acompanhamos dom Dario Campos com nossas orações pelos bons frutos no serviço evangelizador.

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília
Secretário Geral da CNBB

 

Agradecimento a Dom Luiz Mancilha Vilela

Brasília-DF, 7  de novembro de 2018

Prezado Irmão, dom Luiz Mancilha Vilela,

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) agradece o serviço que o senhor prestou como pastor à frente da diocese de Cachoeiro do Itapemerim (ES), como coadjutor e arcebispo da arquidiocese de Vitória (ES).

Somos gratos pelos serviços prestados à Igreja do Brasil por meio da atuação na dimensão missionária e na participação do Conselho Episcopal Pastoral da entidade.

O seu zelo pastoral está expresso em seu lema: “Como um pastor”.

O bispo emérito tem um importante papel na Igreja no Brasil, deixa o governo da Igreja local, mas continua na missão de ser sal e luz no meio do povo.

Manifestamos gratidão pelo seu trabalho e dedicação à Igreja.

Em Cristo,

Dom Leonardo Ulrich Steiner
Bispo Auxiliar de Brasília-DF
Secretário-Geral da CNBB

Dom Dario na Festa da Penha 2018

Vivemos num tempo em que muitos fizeram a opção por viver o individualismo. “Está muito marcada, hoje, essa questão do individualismo e que se agarra em instâncias muito tangíveis. Às vezes, causa tristeza, solidão, doença e morte. E cada vez mais temos que testemunhar o amor, porque o desamor impera nos nossos dias e na nossa vida. Ele vem, muitas vezes, disfarçado pela falta de acolhida que vai se estabelecendo os relacionamentos humanos. Corremos o risco de descaracterizar o humano que está dentro de cada um de nós”, alertou o bispo de Cachoeiro.

Citando o tema “Fraternidade e superação da violência” da CF 2018, disse que quando falamos de violência, logo pensamos nas pessoas violentas e nas consequências que elas causam. “Acontece que a violência pode ser praticada em momentos e atitudes nossas que nem percebemos. Um destrato, um olhar indiferente, uma crítica maldosa, uma fofoca, um relacionamento familiar com pouca falta de amor, falta de atenção para com a esposa, para com o esposo ou os filhos. Muitas vezes falta de tempo dentro de casa”, lamentou, revelando uma confissão de um jovem. “Certa vez um jovem me contou que estava querendo conversar com o pai à noite, mas ele queria ver jornal, as novelas etc. Por mais que ele insistisse, o pai nunca tinha tempo.  “Deixa pra depois! Deixa para o intervalo!” Até que o menino ficou enfurecido, e disse: “O sr. só teve tempo para mim nove meses antes de eu nascer!”

“Essa falta de carinho, de ternura, muitas vezes assola o nosso lar. Quando abrimos nosso jornal ou ligamos a TV, o que vemos? Só manchetes desastrosas, que muitas vezes tiram o nosso sossego, já que estão tão carregadas de maldade e destruição da vida. Diante dessa nossa realidade, podemos perguntar: Onde vamos parar? Que mundo estamos construindo para nós e para nossos filhos?”, questionou.

O bispo franciscano Dom Frei Dario, que presidiu a Missa da Romaria da Diocese de Cachoeiro, no dia 07 de abril, fez uma reflexão, com base no tema da Campanha da Fraternidade deste ano, sobre o individualismo e desamor que imperam no nosso tempo. Para o povo, que não tinha como se locomover no Campinho lotado, brincou antes de fazer a homilia. “Eu conversei com o guardião da Penha, e ele disse que eu poderia fazer uma homilia até 9 horas” (risos). E emendou: “Só não poderia ficar depois da Romaria dos Homens, viu!” (mais risos). E fechando a brincadeira para riso geral, disse:  “E depois ele iria convidar todo mundo para jantar!” Ele agradeceu com carinho a acolhida dos seus confrades franciscanos do Convento.

“O mundo que queremos para nós é o mundo que impera a vida. A violência e a morte não têm a palavra final. A palavra final é a misericórdia e o amor de Deus”, disse o então Bispo de Cachoeiro de Itapemirim.

“Aqui presente, nesta tarde, ao constatar tamanha prova de amor de Deus por todos nós, faz-se importante voltar o nosso coração ao coração de Deus e entender que Ele nos dá oportunidade e aponta caminhos novos para cada um, para que torne a sua vida uma expressão de amor, que se prolongue pelo tempo, e que cada um, diante de um irmão e irmã, não saia correndo de medo, mas possa correr em sua direção para dar um abraço de eterna alegria”, completou.

Com informações dos portais CNBB, Arquidiocese de Vitória e de Frei Augusto Gabriel, Moacir Beggo; Cristian Oliveira.

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