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1º Dia do Tríduo de Santa Clara: “Quer ser santo? Seja livre”

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Paz e Bem!

Dezenas de fiéis participaram da Santa Missa do 1º Dia do Tríduo em preparação para a Festa de Santa Clara de Assis, a primeira mulher que abraçou o ideal de São Francisco de Assis e seguiu com fidelidade os ensinamentos de Jesus. A celebração foi realizada na tarde de hoje (07/08), no Campinho do Convento

Frei Paulo Roberto Pereira, Guardião do Convento, presidiu a Santa Eucaristia. Ao iniciar, ele pediu que os devotos acolhessem uns aos outros e agradecendo pela oportunidade de celebração. Após o canto de perdão, ele pediu que os fiéis colocassem a mão sobre o peito para suplicar o perdão e a misericórdia do Pai. Na Liturgia da Palavra, foi contado um trecho da história de Clara de Assis.

O Guardião iniciou a reflexão agradecendo a coragem de quem subiu ao Convento para participar da Missa. “Gostaria de agradecer a coragem de quem veio hoje ao Convento, mesmo sabendo que a Missa é aqui no Campinho, ao ar livre e tem o risco da chuva, chuva fria. Nestes dias têm chovido frio e mesmo assim vocês vieram. Muito obrigado! Ocasião oportuna da gente confirmar nossa fé e alimentar nossa esperança. Algumas pessoas já tem um encontro marcado aqui, toda quarta-feira às 15 horas… É importante que a gente se reúna porque o isolamento adoece e a confraternização, a vivência fraterna, a convivialidade, isso transforma nossa vida”, exortou Frei Paulo.

“Na Leitura, nós ouvimos a decisão de Santa Clara. Os santos são colocados diante dos nossos olhos para servirem de intercessores. Pedimos auxílio e até para as coisas mais íntimas nós pedimos ajuda para eles… A Igreja nos ensina que temos intercessores inumeráveis, por isso podemos e devemos confiar na oração da irmã, do irmão e daqueles que já alcançaram a glória da santidade muito mais ainda, confiar na intercessão deles. Santos são intercessores sim, mas são também? Exemplos! A gente reza e quer ser como os santos são, quer fazer o que os santos fazem, quer colocar os pés nas pegadas que eles deixaram. Para nós franciscanos, o próximo dia 11 é revertido de solenidade. Nós louvamos a Deus pelo exemplo e intercessão de Santa Clara, a Mãe Clara”, explicou o frade.

“Clara sentiu-se amada e pode amar o absoluto que é Deus. Ela faz isso de uma maneira muito livre. Desprendimento é caminho de santidade. Quer ser santo? Seja livre. Livre do egoísmo, da vaidade, do orgulho, da dificuldade de perdoar… Livre de tudo que nos impede de ser gente, pessoas livres. Clara decide seguir Francisco, os primeiros frades e amigos. Mas ela decide também por humanidade. Humanidade de Jesus! Certamente ela confiou na Glória de Jesus Cristo, ela partilha da ressurreição de Jesus. Mas para trilhar o caminho de santificação, ela escolhe o caminho da humanização. Esta é a dica grandiosa de Clara e Francisco. Para que gente seja santo de fato, é preciso desejar o céu, mas antes de qualquer coisa é preciso assumir com grandeza e generosidade a nossa fragilidade humana” e completou explicando a ligação da vida de Clara com o Evangelho do dia (Mateus 15,21-28) “a mulher do Evangelho fala para o Senhor que mesmo não valendo nada, ela confia e acredita que Jesus é o Senhor, o Filho de Davi, o Escolhido, capaz de ter grande poder e misericórdia para curar a própria filha”, finalizou Frei Paulo Roberto.

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